quinta-feira, 3 de abril de 2008

Economia fora dos trilhos...


A economia mundial anda passando por grandes dificuldades provocadas pela crise nos Estados Unidos, ou seja, uma crise que já era prevista por especialistas e cientistas econômicos, que poderia ter sido evitada se tivesse tido um governo preocupado com a estabilidade da economia de seu país e não somente e promover guerra pelo mundo. Mas hoje não irei comentar o fato dos EUA ser o promotor do mal na Terra.


Vamos falar de Economia, qual será a saída dos EUA para não entrar em uma crise que já dizem que pode ser pior do que a de 29? Como o mundo vai reagir a esse deslize da economia americana? A China realmente seria o país que seguraria a economia do mundo? E o Brasil sofrerá com essa crise? Essas perguntas são as que estão norteando noticiários em todo o mundo, neste Post irei defender propostas baseadas no que ando acompanhando diariamente na mídia televisiva e impressa.


Crise provocada por um alto índice de "calotes" de empresas do setor imobiliário, promovido por empréstimos a pessoas com histórico de inadimplência, o chamado "subprime", ou seja, um investimento de alto risco, que faz com que aumente os juros sobre esse tipo de negócio, e isso levou a desencadear um efeito dominó em outro setores da economia americana e mundial, pois grandes bancos dependiam desses fundos o que gerou grandes prejuízos e até mesmo a "quebra" de muitos investidores que não previram este tipo de acontecimento, no inicio da crise nomeada de "Bolha Imobiliária", achou-se que o mercado iria corrigir essa crise sem a necessidade da intervenção do governo, mas a crise tomou proporções inesperadas ou que acarretou em sérios prejuízos ao setor financeiro dos EUA.


A desaceleração do consumo pelos americanos também impulsionou a crise, o que fez com que o governo se manifesta-se e toma uma medida conhecida por nós brasileiros, o ajuste na taxa básica de juros, o FED (Banco Central Americano) reduziu em 0,5% a taxa de juros, ai nós nos perguntamos, sim e dai? Bom, de forma bem clara, com a redução na taxa de juros aumenta o consumo pela população em geral e tenta amenizar os efeitos da crise.


Outros lugares também sentiram a crise, quero me referir as Bolsas de Valores que são o termômetro das grandes economias, principalmente as emergentes como é o caso do Brasil, a Bovespa, principal bolsa brasileira, sofreu no inicio desta crise perdendo vários pontos e lucros acumulados do ano passado, mas vem se recuperando rápido nos últimos dias.


E nosso governo o que fala sobre isso tudo, bom o ministro da Fazenda Guido Mantega diz que estamos preparados para enfrentar essa crise sem correr risco, pois, possuímos grandes reservas de dólar, o que trás mais confiança para os investidores e para o mercado interno em geral.


"Em economia, é fácil explicar o passado. Mais fácil ainda é predizer o futuro. Difícil é entender o presente."

( Joelmir Beting )